Medo de engessar e burocratizar. Empresas que dobraram de faturamento seguem geridas como quando eram pequenas.
Criar mais estrutura e critérios sem perder a cultura e a essência do negócio.
Compras e decisões macro ainda passam pelo dono. Faltam líderes intermediários e há retrabalho.
O conhecimento nem sempre está só com o fundador, mas a decisão está.
As famílias entendem a importância, mas adiam holding, testamento, seguro e previdência.
O medo de assumir a finitude faz com que o controle não seja descentralizado.
Papéis e limites mal definidos entre irmãos e sócios. Sócios com poder semelhante, ego e disputa.
Como gerir ego e discussões numa empresa com 3 sócios de poder semelhante?
Dificuldade de atrair e reter profissionais de fora e de formar líderes intermediários.
Como saber a hora certa de trazer um executivo de mercado sem gerar conflito com a família?
Decisões muito emocionais. Falta mostrar que o advisor de relações pesa tanto quanto o financeiro e o jurídico.
Se a decisão é fundamentalmente emocional, como evitar que a falta de maturidade emocional prejudique as decisões do negócio?